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OCULTISMO&UMBANDA

QUAL A VERDADE?














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Verdades e mitos

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Sacrifício de animais

 

A Umbanda não recorre aos sacrificios de animais para assentamento de Orixás, e não tem nessa prática legítima do Candomblé um dos seus recursos ofertatórios às divindades, pois recorre às oferendas de flores, frutos, alimentos e velas quando as reverencia. A fé é o principal fundamento religioso da Umbanda e suas práticas ofertatórias isentas de sacrifícios de animais, é uma reverência aos Orixás e aos guias espirituais recomendando-as aos seus fiéis, pois são mecanismos estimuladores do respeito e união religiosa com as divindades e os espíritos da natureza ou que se servem dela para auxiliarem os encarnados.

 

Polêmicas dentro das umbandas

 

O elemento preponderante

 

Nesta mistura de elementos culturais, podemos colher interessantes fenômenos. Um deles é a crença, pelo umbandista, em um elemento formador da umbanda que seja preponderante

Nesta vertente, encontramos os que acham superior o:

Candomblé: este, como já dissemos, acreditam que a umbanda só assimilou os caracteres cristãos, indígenas e espíritas para tornar a Religião dos Orixás mais acessível para a maioria. Mas o caminho do unbandista seria a iniciação no candomblé.

Espiritismo: estes acreditam que a grande função da umbanda é resgatar as pessoas que se prendem aos símbolos e formas africanos e indígenas, para um conteúdo cristão e espírita. Seria então uma grande obra de amor a pessoas e espíritos que não entenderiam a sublimidade de Kardec e desta forma não encontrariam afinidade, com aqueles que seguem a linha kardecista que se apoia nas obras básicas.

Mas na verdade todas essas religiões espiritas atuam para despertar o ser para as verdades dos ensinamentos de Cristo, e trabalham com o mesmo fim, pois o espiritismo kardecista trabalha até onde pode, com seus recursos e metodologias, podendo a umbanda por exemplo, dar prosseguimento num processo mais dificultoso, que necessita recursos de energias mais grosseiros, como por exemplo ir buscar um irmão no umbral, utilizar de recusros altamentes magneticos de energias grosseiras ligadas à psicosfera do individuo em questão, um trabalho tipico de um Exu, por exemplo.

 

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A importância dos atabaques nas sessões
 
Os tambores têm um alto poder mágico e, tocá-los, expressa a consagração espiritual. Eles ligam os iniciados às divindades, o profano ao sagrado.
Para a raça negra, o atabaque representa o Logos: ao mesmo tempo rei, artesão, guerreiro ou caçador, como se em uma voz múltipla, o ritmo vital da alma estivesse reunido nos momentos do toque.
No Brasil, especialmente nos terreiros de candomblé, verificamos a presença fundamental dos atabaques e dos ogãs – padrinhos do culto africano ou brasileiro, ou seja, homens que tocam os atabaques sagrados, cuja missão é a de chamar as divindades para que seus adeptos entrem em transe.
São três tambores (pequeno, médio e grande) medindo entre 70 e 80cm de comprimento e colocados na posição horizontal sobre um cavalete.
Eles passam por uma série de estágios: purificação, preparação e conservação, feitos por ogãs. Geralmente estão localizados ao lado do ronkó (quarto onde se inicia os adeptos).
Nenhum visitante pode permanecer neste local. Nos dias em que não são realizadas as festas, os atabaques são cobertos com um pano branco em sinal de respeito.
É inadmissível que um convidado toque ou improvise algum tipo de som. O cuidado tem um fundamento religioso: os sons produzidos possuem qualidades especiais, já que representam o caminho, a voz que invoca os orixás a saírem de seu universo para incorporarem em seus adeptos, por isso, são tão respeitados. Muitos acreditam que o som produzido por eles seja a própria voz das divindades.
O ogã não se limita apenas a produzir sons. Ele segue um ritual de iniciação que se inicia aos oito, 10 anos de idade, perdurando por toda a vida.
No dia da festa, ele passa por um processo de purificação antes de tocar seu instrumento sagrado: toma um banho com ervas próprias, além de respeitar algumas proibições alimentares. Também solicita a proteção do seu orixá protetor, colocando diante do altar as oferendas que agradam ao seu deus pessoal.
Durante uma festa, é impossível não olhar para os ogãs e seus atabaques. Além dos espectadores, os iniciados também estão constantemente olhando para eles, porque, dependendo do som, entrarão em transe.
Quando o orixá está em terra, a divindade vai até os atabaques para reverenciá-los, demonstrando seus apreços aos músicos. Dependendo do orixá, o ritmo é acelerado e a festa chega ao auge.
Depois, o orixá agradece aos ogãs pelos seus esforços. Pelo fato de eles terem a missão de trazer os deuses africanos para o espaço mágico tocando os tambores míticos, todos os freqüentadores expressam um enorme respeito aos ogãs e seus atabaques.